Primeiros passos
Este roteiro leva você do primeiro login até uma pipeline publicada e recebendo dados.
1. Acesse o console
Entre em console.inthub.io com o usuário e a senha que você recebeu. As credenciais são criadas pelo administrador da sua empresa.
Depois do login você cai na tela Início, com um resumo do que está no ar e do que apresenta falha no momento.
2. Guarde as credenciais em Secrets
Antes de criar a integração, cadastre em Workspace → Secrets toda senha, token ou chave que ela vai precisar: o usuário do banco de origem, a senha do servidor SFTP, e assim por diante.
Você nunca digita uma senha direto na pipeline — cadastra o secret uma vez e depois escolhe pelo nome. Os detalhes estão em Gerenciar secrets.
3. Crie a pipeline
Vá em Platform → Pipelines e crie uma pipeline nova. Dê a ela um nome curto e descritivo — o nome
aparece nos tópicos, nas métricas e nos logs, então algo como erp-para-datalake ajuda mais do que
pipeline1.
4. Monte o desenho
A pipeline abre num editor visual, com a paleta de peças à esquerda:
- Input — de onde o dado vem
- Transform — o que acontece com o dado no meio do caminho
- Output — para onde o dado vai
Arraste um Input para a tela e preencha a configuração dele. Depois arraste um Output e ligue os dois. O passo a passo completo está em Criar uma pipeline.
Outputs de banco de dados (PostgreSQL, Snowflake) precisam de mensagens com um formato específico, que na prática só o Input de SQL Server CDC produz. Os demais Outputs aceitam qualquer coisa. A tabela de compatibilidade está na visão geral dos Outputs.
5. Publique
Desenhar a pipeline não coloca nada no ar — quem faz isso é o deploy, na tela Deploy da pipeline. Ele tem três etapas:
- Variáveis — os valores que mudam de um cluster para outro (host do banco de homologação contra o de produção, senha de cada ambiente). São configurados por cluster, e precisam existir antes do primeiro deploy.
- Novo Deploy — escolher o cluster de destino, a versão, a branch do Git e a mensagem do commit.
- Deploys — acompanhar se subiu.
A plataforma valida o desenho antes e recusa configurações que não funcionariam — por exemplo, um Output que não está ligado a nada.
Depois de publicada, cada peça vira uma carga de trabalho própria, com seus próprios logs, suas próprias métricas e escalonamento automático.
O passo a passo, campo a campo, está em Publicar uma pipeline — vale ler antes do primeiro deploy.
6. Acompanhe
Abra a tela de observabilidade da pipeline para ver mensagens processadas, erros, uso de recursos e logs em tempo real. Veja Observabilidade.
Próximos passos
- Entenda como as peças conversam entre si: Pipelines
- Entenda o que trafega entre elas: Anatomia de uma mensagem
- Veja tudo o que pode ser origem: Inputs
- Veja tudo o que pode ser destino: Outputs
- Conheça a assistente que responde sobre os seus recursos: Aruna